quinta-feira, 12 de abril de 2012
Livros se inspiram na Bíblia para dar lições para o mundo dos negócios
A Bíblia é um dos livros mais vendidos e lidos da história da humanidade. Livro Sagrado do cristianismo, a obra tem inspirado outros trabalhos além da esfera religiosa. Conciliando os ensinamentos bíblicos com a busca por lucros e resultados empresariais, diversos autores têm lançado livros que usam a Bíblia como inspiração para o mundo dos negócios.
Escrito por Larry Burkett, o livro “Negócios à Luz da Bíblia” é um dos que usam essa abordagem. Considerado um dos principais autores cristão que tratam do mundo empresarial, Burkett recorre, nesse livro, às lições da Bíblia para tratar de diversos assuntos do mundo corporativo, desde contratações e demissões até critérios de decisão. Um dos princípios defendidos pelo autor nessa obra é o de que os recursos e funcionários da empresa pertencem a Deus e, por isso, devem ser tratados e manejados de forma justa.
Com o sugestivo título “A Bíblia dos Negócios”, um livro escrito por Wayne Dosick defende que é possível praticar o bem cristão, enquanto se faz bem o seu trabalho. O livro tem como subtítulo “10 Mandamentos para Trazer Valores Éticos para o Local de Trabalho”, e afirma que religião não trata apenas do mundo espiritual, mas também do material, por ser onde vivemos.
Outro autor que segue essa linha é David Steward. Cristão, ele é fundador e presidente da Worldwide Technologies, uma potência do mercado de tecnologia que faturou, no ano passado, 4,1 bilhões de dólares. De acordo com a revista Exame, em seu livro “Doing Business By The Good Book”, escrito em parceria com Robert Shook, trechos bíblicos são usados para referenciar ensinamentos empresariais. Os autores recorrem, por exemplo, a Mateus 6:24 (“Ninguém pode servir a dois senhores”) para falar de como atuar ou não em nichos de mercado.
Prosseguindo na lista, temos “Business for the Glory of God”, da editora Crossway Books. Escrito por Wayne Grudem, o livro tem como ponto básico a ideia de que o próprio negócio pode ser uma forma de honrar a Deus. Grudem afirma nesse livro que “muitos aspectos da atividade empresarial são moralmente bons em si mesmos, e em si mesmos trazem glória a Deus – embora tenham um grande potencial para o erro e o malfeito”.
Outro livro inspirado na Bíblia encontrado na literatura sobre negócios é o “Business: The Bible Way”, de Bob M. Wood. Tratando de assuntos corporativos tendo como base a Bíblia, o livro tem como princípio que nos momentos de maior angústia, é preciso recorrer à voz da experiência. E não há voz mais poderosa do que a de Deus, expressa nas Escrituras.
Bernard Nathanson: conheça a história do médico abortista que se converteu ao cristianismo
O médico ginecologista Bernard Nathanson, que faleceu no último dia 21/02, aos 85 anos, era um dos líderes do movimento pró-aborto nos Estados Unidos, e tornou-se contra os ideais abortistas, militando contra o aborto.
De origem judaica, tornou-se um dos ícones do movimento pró-vida no país, após alguns anos militando a favor do aborto. Estima-se que o médico tenha praticado 60 mil abortos durante seu tempo como militante.
Nathanson atendia em uma clínica do Hospital de Mulheres de Nova York, e sensibilizado pela dura realidade de mulheres que praticavam o aborto de forma clandestina, decidiu fundar em 1969 a “Liga de Ação Nacional pelo Direito ao Aborto”, e alcançou com isso, visibilidade em todos os Estados Unidos.
Em 1971, Bernard Nathanson passou a comandar Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual em Nova York, uma clínica obstétrica especializada em abortos, onde se realizava o maior número de intervenções desse tipo na cidade.
Porém sua postura começou a mudar quando em 1972 assumiu o cargo de diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas de Nova York, quando criou o serviço de “fetologia” no hospital, amparado pelas novas tecnologias de ultrassonografia.
Com seu envolvimento nessa atividade, Nathanson passou a acompanhar o desenvolvimento da gravidez de diversas mulheres, e a evolução do feto durante a gestação. Isso o levou a mudar de posição em relação ao aborto, e o médico assumiu sua mudança de postura em um artigo escrito para a revista “The New England Journal of Medicine”.
Desde então, tornou-se militante pró-vida nos Estados Unidos, e em 1996, e de acordo com a Wikipedia, converteu-se ao cristianismo, evangelizado por seu psiquiatra, Karl Stern.
“Hitler, Deus e a Bíblia”: livro mostra como o ditador nazista usou a religião para matar judeus
“Hitler, Deus e a Bíblia”: livro mostra como o ditador nazista usou a religião para matar judeus
O ditador nazista Adolf Hitler e as histórias de sua ascensão e influências continuam gerando temas de livros e análises sobre suas motivações.
O colunista do WND, Jim Fletcher, publicou artigo analisando o livro “Hitler, God and the Bible” (em tradução livre, Hitler, Deus e a Bíblia), em que o autor Ray Comfort lista distorções bíblicas usadas pelo ditador para implantar o nazismo.
Em seu artigo, Fletcher exalta o livro, que segundo ele “desenterra algumas evidências super estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros”.
O colunista ressalta um ponto histórico importante para a narrativa do livro. Segundo Fletcher, o autor mostra a intensa luta dos entusiastas do nazismo em “perverter” o cristianismo: “Antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava ‘nazificar’ o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “Como Hitler torceu a Bíblia para matar Judeus”, traduzido pelo ativista Julio Severo:
Nos anos após a Primeira Guerra Mundial, enquanto alemães magros de fome empurravam carroças cheias de seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado, apareceu um homem que prometeu melhorar tudo.
Adolf Hitler, até aquele momento um joão-ninguém sem nenhuma distinção, teve uma ascensão governamental jamais vista na Alemanha. A maioria de nós sabe o resto da história (embora duvido que muitos jovens a compreendam muito).
Contudo, nos volumes incontáveis que foram escritos sobre esse ditador diabólico, poucos investigaram como as opiniões torcidas dele a respeito da fé religiosa foram usadas para subjugar um continente.
É por isso que o novo livro de Ray Comfort, “Hitler, God & the Bible” (Hitler, Deus e a Bíblia), é uma adição tão valiosa a esse campo de estudo. Eu estava tão ansioso de ler este livro (sou um grande fã de Ray Comfort), que o li durante o jantar numa noite, virando as páginas com uma mão e usando o garfo com a outra numa restaurante da Bavária.
Comfort, um observador incisivo de cosmovisão nas fervilhantes massas de pessoas que agitam nossa cultura, não só colocou em palavras o que sinto que é um livro extraordinário… mas ele também deu a entender que esse é o primeiro de uma série! Com certeza, “Stálin, Deus e a Bíblia” não pode estar longe.
Mas, voltemos ao pintor fracassado que se tornou um assassino de massas.
Pelo fato de que Comfort é um cristão que crê na Bíblia, ele tem discernimentos que pintam um retrato muito mais colorido de Hitler, e ouso dizer, esse discernimento bíblico colocou alguma carne e sangue no cadáver, pelo menos figurativamente — felizmente.
De imediato, Comfort desenterra algumas características principais de caráter que comprovariam ser mortais em Hitler mais tarde. Criado por um pai dominador e arrogante, Alois (até o ataque fatal de coração no velho quando Adolf tinha 13 anos), e por uma mãe coruja, Hitler desenvolveu grandes doses de egoísmo.
A pesquisa de Comfort é combinada com seu jeito especial de dizer muito com poucas palavras (esse volume fino não intimidará ninguém), e já na página 5 ele revela uma deficiência imensa na natureza do jovem Hitler: “Quando não faziam o que ele queria — ou se os outros indicavam que tinham soluções melhores — Adolf imaturamente gritaria sua ignorância e sentiria muita auto-piedade”.
A criação de um monstro.
Comfort também astutamente pega outra característica que, creio eu, aponta para o fato de que Hitler abraçou a filosofia de Darwin (e isso também o coloca em conflito com o Evangelho, que diz que Jesus — como o Bom Pastor — deixa alegremente as 99 ovelhas no curral para ir em busca da ovelha perdida).
Note o que ele diz sobre os sentimentos de lealdade que estavam presentes na juventude de Hitler: “Resumindo, enquanto outros soldados eram leais uns aos outros, Hitler era leal ao Estado. Para ele, esse era o relacionamento pelo qual todos deveriam lutar para preservar. Um soldado poderia morrer, mas o Estado, acima de tudo, tem de viver”.
A conclusão óbvia então é que Hitler poderia com facilidade e brutalidade exigir que seus generais forçassem suas tropas duras de frio a avançar mais profundamente na Rússia soviética alguns anos mais tarde, onde centenas de milhares de soldados alemães pereceram por causa das ideias excêntricas de um louco.
É quando Comfort discute Hitler e fé que o livro fica super-interessante — esse ponto vem na Parte Dois.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava “nazificar” o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas, haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos.
Comfort desenterra algumas evidências super-estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros. Wagner de modo particular estava infectado com o vírus do antissemitismo, realmente chegando ao ponto de afirmar que Jesus havia nascido alemão! (Não é de admirar que Yasser Arafat afirmasse que Jesus era palestino.)
Em “Hitler, God & the Bible”, Comfort também toca num assunto principal: Hitler era discípulo de Charles Darwin. O fato de que ele abraçou essa filosofia de morte, em conflito evidente com o Cristianismo, é revelador.
No capítulo intitulado “Hitler, A Christian?” (Hitler, um Cristão?) Comfort alcança o coração do problema. Como ele eloquentemente declara: “Em resumo, os abusos que Hitler cometeu contra a teologia desmantelaram a fibra moral de uma nação”.
No fim, depois de comparar as metas e convicções de Hitler com o verdadeiro Cristianismo, Comfort responde à pergunta do que Hitler realmente era: “Ele era um mentiroso”.
Essa declaração resume tudo muito bem. Com “Hitler, God & the Bible,” Ray Comfort lançou o que espero será uma série imensamente bem-sucedida. Este livro não tem fraquezas. Desde uma pesquisa e escrita magnífica e sucinta, à elegante produção deste volume fino, os leitores receberam um presente de verdade.
“Hitler, God & the Bible,” já está na rota para ser o Livro do Ano.
Na Nigéria, atentado suicida deixa 38 mortos no domingo de Páscoa
Em Kaduna, na Nigéria, um atentado suicida matou mais de 38 pessoas no último domingo, 08 de abril. As autoridades do país acreditam que o principal alvo do atentado terrorista seriam igrejas cristãs, que comemoravam a Páscoa na data. O local do atentado trata-se de uma das regiões mais violentas da Nigéria, por motivações étnicas, políticas e religiosas.
O carro bomba explodiu em um local bastante movimentado e além de deixar mortos e restos carbonizados espalhados pela rua ainda danificou duas igrejas, a Assembleia Cristã de Todas as Nações e a Igreja Boas Novas, que seriam o alvo principal do atentado. Segundo relatos de testemunhas, o terrorista tentou atirar o carro contra as igrejas, mas fora bloqueado por policiais que faziam a segurança da região.
O Pastor Josué Raji relatou sobre o atentado, “Estávamos num momento de santa comunhão, eu estava exortando o povo de Deus e de repente, ouvimos um barulho alto que abalou das nossas janelas e portas, destruiu nossos ventiladores e alguns dos equipamentos da igreja”.
Ainda não foi revelado o grupo responsável pelo ataque, porém, o principal suspeito é o grupo radical islâmico Boko Haram, que é considerado um dos maiores grupos terroristas da Nigéria e que tem investido violentamente contra os cristãos do país.
Abubakar Zakari, porta-voz da Agência de Gestão Emergencial do Estado de Kaduna, informou que além de 38 pessoas mortas na explosão muitos sofreram ferimentos graves.
Os ataques contra as igrejas cristãs nigerianas têm sido recorrentes, principalmente em datas relevantes no calendário cristão, como a Páscoa e Natal.
sábado, 31 de março de 2012
Hubble fotografa cidade no espaço? Essa noticia foi retirada de um site e não podemos confirmar sua veracidade, mas é no minimo, interessante:
WASHINGTON, DC - Apesar de novos reparos para o telescópio Hubble, da NASA, ela se recusa a divulgar fotos antigas ou dar novas do Céu!
Em 1994, por um pesquisador foi contrabandeado uma foto top-secret do Telescópio Espacial. Hubble tinha tomado do que se presume ser o céu. Weekly World News foi o primeiro a imprimir a imagem e relatório sobre as conclusões Dr. Masson, mas apesar da cobertura da mídia, a Nasa se recusou a reconhecer a existência da foto.
Agora que o Hubble foi consertado e NASA está oficialmente lançando algumas das suas novas descobertas, o Weekly World equipe editorial Notícias acredita que é responsabilidade da NASA para investigar esta anomalia espaço!
NASA ainda tem de responder, mas dê uma olhada abaixo para a nossa reportagem exclusiva sobre a primeira foto:HEAVEN fotografado pelo Hubble TELESCÓPIO
8 de fevereiro de 1994
Poucos dias depois de os astronautas do ônibus espacial terem reparado o Telescópio Espacial Hubble em meados de Dezembro, a lente gigante focada em um aglomerado de estrelas na borda do universo - e fotografou o céu!
Essa é a palavra do autor e pesquisador Marcia Masson, que citou altamente insiders lugares NASA como tendo dito que o telescópio vigia centenas de fotos de volta para o centro de comando no Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Maryland, em 26 de dezembro.
As imagens mostram claramente uma grande cidade branca flutuando misteriosamente na escuridão do espaço.
E o especialista citou fontes da NASA como dizendo que a cidade é definitivamente Céu "porque a vida como a conhecemos não poderia existir no espaço, sem ar gelado.Isto é - esta é a prova de que estamos esperando", Dr. Masson, a repórteres.
"Através de um derrame enorme de sorte, a NASA apontou o telescópio Hubble, precisamente no lugar certo, precisamente no momento em que o direito de capturar essas imagens em filme. Eu não sou particularmente religioso, mas eu não tenho dúvida de que alguém ou alguma coisa influenciou a decisão de apontar o telescópio para que determinada área do espaço.
"Foi Deus que disse a alguém ou alguém disse a si mesmo? Dada a vastidão do universo, e todos os lugares NASA poderia ter alvo de estudo, que certamente parece ser o caso. "
O porta-voz da nasa não quis comentar sobre o relatório do autor "pendente análise mais aprofundada das fotografias recebidas em 26 de dezembro." Apesar do silêncio oficial, indicios da agência NASA parecem admitir que "tenha descoberto algo que pode alterar o futuro de toda a humanidade."
Eles também confirmaram que o presidente Bill Clinton eo vice-presidente Al Gore podem ter tido um grande interesse pessoal nas fotografias e solicitaram briefings diários. Dr. Masson disse: "O Telescópio Espacial Hubble foi projetado para fotografar imagens tão distantes como a borda do universo, mas uma falha da lente impediu de fazê-lo até que os astronautas corrigiram o defeito durante uma missão recente.
"Quando eles terminaram seu trabalho, o telescópio treinou seu olho de vidro enorme na inalcançáveis bordas exterior do universo.
"Pelo que eu entendo, as primeiras imagens que recebeu foram nada mais do que explosões caleidoscópicas de cor e luz.
"À medida que os ajustes foram feitos eo foco afiado, os analistas da Nasa não podia acreditar seus olhos.
"Após a verificação e reverificação dos dados, eles concluíram que as imagens eram autênticos. Eles também teorizou que a cidade não poderia ser habitado por vida como a conhecemos.
"A única explicação lógica era que a cidade era habitada pelas almas dos mortos. Como uma das minhas fontes disse, "Nós descobrimos onde Deus vive.
"Há rumores de que a agência espacial enviou fotografias para o Papa João Paulo II a seu pedido, mas fontes do Vaticano não vão confirmar nem negar.
Dr. Masson, que obteve cópias de uma única fotografia a partir de fontes a NASA, diz que o próximo passo da agência espacial "será mais revelador."
"Esta é uma oportunidade para a NASA para vir limpo com o público e diga-nos tudo o que sabe", disse ela.
"E eu João, vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que desce de Deus do céu, adereçada como uma esposa adornada para o seu marido" Ap 21,3
fonte: http://spirituschristi.livejournal.com/157191.html
Shalom!
terça-feira, 27 de março de 2012
Estranha obra de arte no vaticano intriga o público.
A "obra de arte" no Vaticano chamou a atenção de todos . Uma esfera menor dentro de outra maior, o que significa?
esfera dentro do Vaticano esferaO autor chamou-a de "Sphere Sphere dentro" e é exatamente no pátio La Pina na Santa Sé que ela esta. Mas não é o único lugar, estão aparecendo em lugares ao redor do mundo, todos lugares extrategicos.
O que seria essa arte?
O que estes objetos estranhos escondidos simbolizam?
Quem os colocou lá?
Estas são perguntas que muitos fazem.
Como se relacionam com Pedras Guia da Geórgia ou mesmo o 2012 ?
Como se relacionam com as teorias expressas pelo Dr. Jaysen Rand em seu livro "O Retorno do Planeta X" ?
"Sphere Sphere dentro (Esfera dentro de Esfera) foi criado pelo escultor italiano chamado Arnaldo Pomodoro. Inicialmente a "obra de arte" foi criada para a Igreja do Vaticano, mas já se espalhou em todo o mundo.
Você pode encontrar nestes lugares, Trinity College Dublin, a sede das Nações Unidas em Nova York, o Museu Hirshhorn e Sculpture Garden em Washington, DC, Christian Theological Seminary, em Indianápolis, o de Young Museum, em San Francisco, entre os outros "
Há muitos tipos diferentes de rachaduras nessas esculturas. Cada um tem seu próprio significado, mas só o artista podia dizer que a verdade. Você também quer saber, é que apresenta-los e quem paga por eles?
O escultor diz que eles representam o cristianismo. Mas há mais do que aquilo que vemos.
A ONU quer uma estátua religiosa em frente à sua sede.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Arábia Saudita: Líder islâmico pede destruição de todas as igrejas cristãs da região
Uma declaração feita recentemente por um líder islâmico tem causado grande apreensão às igrejas localizadas nos países árabes. O sheikh Abdul Aziz Bin Abdullah declarou à imprensa árabe que “é necessário destruir todas as igrejas da região”, o líder religioso é o Grande Mufti da Arábia Saudita, o que representa um dos graus máximos da hierarquia do islã. É do Mufti a responsabilidade de interpretar a Sharia, a lei islâmica.
O sheikh deu a declaração quando questionado sobre o posicionamento do parlamento do Kuwait, que afirmou que nenhuma igreja deveria ser construída no país, entretanto o Grande Mufti exortou que “o Kuwait é parte da Península Arábica e, por isso, é necessário destruir todas as igrejas do país”. Seu posicionamento foi embasado no Haith, que é o conjunto de leis e histórias sobre a vida do profeta Maomé, segundo o qual teria dito antes de sua morte que “não pode haver duas religiões na Península Arábica”, logo, o Islã é a única religião que pode ser praticada na região.
A declaração de Abdul Aziz Bin Abdullah não se trata de uma mera opinião, mas de um líder com grande influência sobre todo o povo islâmico, ele é presidente do Conselho Supremo dos Ulemas, que congrega os estudiosos islâmicos, o sheikh ainda compõe o Comitê Permanente para a Investigação Científica e emissão de fatwas, como presidente, o grupo é responsável pela interpretação da lei islâmica.
O fato mais preocupante é que líderes como sheikh Abdullah são irrepreensíveis em seu país, tanto pelo povo, pelas instituições e pela imprensa. De acordo com Raymond Ibrahim, membro associado do Fórum do Oriente Médio e um dos informantes do caso, “a omissão dos principais meios de comunicação, universidades e da maioria dos políticos ocidentais sobre o que a Igreja Cristã tem enfrentado nos países de maioria muçulmana, demonstra o quão voltado o ocidente está para os seus próprios interesses”, desabafa.
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